Na ausência de emprego estimule o empreendedorismo

O desemprego já é uma realidade para mais de 11 milhões de brasileiros. Com números tão altos, não é de se surpreender que muitos procuram o trabalho autônomo como forma de terminar o mês no positivo. 

De acordo com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE), os empreendedores são reconhecidos como componentes essenciais para mobilizar capital, agregar valor aos recursos naturais, produzir bens e administrar os meios para administrar o comércio. 

 

Afinal, pequenos e médios negócios fomentam o mercado, fornecem empregos, introduzem inovações e estimulam o crescimento econômico. Por isso, é fundamental estimular o empreendedorismo em um mercado cada vez mais escasso. 

 

Ou seja, podemos entender que o empreendedorismo é parte da resposta para melhorar a nossa sociedade.

 

Ainda assim, muitos têm medo de fazer investimentos e empreender em momentos de instabilidades econômicas. O lado bom é que crises como essa atualmente trazem boas oportunidades para quem quer abrir o seu próprio negócio, pois muitas das novas empresas oferecem justamente a solução para problemas. 

 

Já que estamos em uma crise, problema é o que não falta. Os empreendedores, então, ajudam em duas frentes: primeiro, ajudando quem tem algum contratempo. Além disso, contribuem para reverter o quadro de instabilidades do país.

 

Para o Brasil, isso é particularmente bom, pois desmistifica o tabu que ainda existe em torno do risco de se empreender.

 

Vantagens de empreender 

 

Em um cenário marcado pelo desemprego, muito se fala sobre as vantagens do empreendedorismo na esfera individual. Aquele que tem o seu próprio negócio vira seu próprio chefe, podendo trabalhar nas horas que achar mais conveniente e da maneira que acredita ser melhor. 

 

Porém, o empreendedorismo traz benefícios para toda a sociedade. O primeiro é a geração de novos empregos. 

 

Por mais que o índice de desemprego esteja alto no país, essas novas empresas, que surgem por necessidade, serão responsáveis pela contratação de novos funcionários. 

 

Em 2016, por exemplo, dos 73,7 milhões de brasileiros empregados no setor privado, 50,1% estavam alocados em empresas de pequeno porte. Do total, apenas 26% ocupavam funções em empresas com 51 pessoas ou mais. Em 2012, esse número estava em 29,8%.

 

Ou seja, a crise econômica aumentou o desemprego, que elevou a taxa de empreendedores no país. Atualmente, são essas novas empresas que são as responsáveis pela geração de empregos.

 

Outro aspecto positivo do empreendedorismo é o aumento da inovação. 

 

Como falamos anteriormente, muitas startups de sucesso ganharam fama por oferecer soluções simples para problemas que pareciam ser muito difíceis. Essas inovações acabam movimentando toda a sociedade e criando um novo mercado.

 

Aos poucos, percebemos que quanto mais se inova em um país, mais competitivo ele se torna. 

 

Por fim, podemos citar que o empreendedorismo também beneficia os consumidores. O aumento do número das empresas coloca à disposição mais opções de produtos e de preços. 

 

Como consequência, as pessoas consomem mais, o que é essencial para o crescimento dos negócios. Ou seja, o empreendedorismo é fundamental para a economia brasileira!

 

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Luis Gustavo Napolitano